por Tom Harris - traduzido por HowStuffWorks Brasil
O DISJUNTOR
Básicos
O dispositivo de proteção de circuito mais simples que existe é o fusível. O fusível é apenas um fio fino, fechado em uma cápsula e que se conecta ao circuito. Quando o circuito é fechado, toda a corrente passa pelo fio do fusível, que recebe a mesma corrente que qualquer outro ponto do circuito. O fusível é planejado para romper quando aquecido acima de um certo nível; se a corrente subir muito, o fio queima. A destruição do fusível abre o circuito antes que o excesso de corrente possa danificar a fiação.
O problema com o fusível é que ele funciona apenas uma vez. Toda vez que um rompe, precisa ser substituído. Um disjuntor faz basicamente a mesma coisa: abre o circuito assim que a corrente atinge níveis perigosos. No entanto, pode ser reutilizado.
Um disjuntor básico consisIntrodução
O disjuntor é um componente essencial na atualidade e um importante mecanismo de segurança no interior de uma casa. Sempre que a fiação elétrica recebe corrente muito elevada o disjuntor corta a energia até que alguém possa resolver o problema. Sem os disjuntores (ou, como alternativa, os fusíveis), a eletricidade doméstica seria impraticável, devido ao perigo potencial de incêndios, danos resultantes de problemas na fiação elétrica ou falhas de equipamento.
Neste artigo, descobriremos como os disjuntores e fusíveis monitoram a corrente elétrica e como eles cortam a energia quando os níveis de corrente aumentam demais. Conforme veremos, o disjuntor é uma solução incrivelmente simples para um problema potencialmente letal.
ELETRICIDADE BÁSICA
Para compreender os disjuntores, seria bom entendermos como funciona a eletricidade em nossas casas.
Eletricidade é definida pela suas três principais propriedades:
•voltagem (tensão)
•corrente
•resistência
Voltagem é a "pressão" que movimenta a carga elétrica. Corrente é o "fluxo" da carga, a quantidade de carga que passa pelo condutor medida em qualquer ponto específico. Um condutor oferece uma certa quantidade de resistência a este fluxo, que varia dependendo do tamanho e composição do condutor.
Voltagem, corrente e resistência estão todas inter-relacionadas: você não pode mudar uma sem interferir na outra. Corrente é igual à voltagem dividida pela resistência - geralmente definida por I = v / r. Podemos entender isso de forma intuitiva: se você aumentar a pressão que atua na carga elétrica ou diminuir a resistência, mais carga fluirá. Se você diminuir a pressão ou aumentar a resistência, menos carga fluirá.
Para saber mais, veja Como funciona a eletricidade.
Então, como isso tudo está integrado na sua casa?
O sistema de fornecimento de energia transporta a eletricidade da usina geradora até a sua casa. Lá dentro, a carga elétrica circula em um grande circuito, composto por vários circuitos menores. Uma extremidade do circuito, o fio fase, conduz até a usina geradora. A outra extremidade, chamada de fio neutro, segue para dentro da terra. Em razão do fio fase conectar-se a uma fonte alta de energia e o fio neutro conectar-se a uma fonte de energia neutra (a terra), existe voltagem através do circuito. A carga move-se sempre que o circuito é fechado. Define-se esta corrente como corrente alternada, porque muda de direção rapidamente (veja Como funcionam as redes elétricas para maiores informações).
A rede de distribuição elétrica fornece eletricidade a uma voltagem constante (120 e 240 volts nos Estados Unidos), mas a resistência e, portanto, a corrente, variam dentro de uma casa. Todas as diferentes lâmpadas elétricas e eletrodomésticos oferecem uma certa quantidade de resistência, também denominada carga. Esta resistência é o que faz um aparelho funcionar. Uma lâmpada elétrica, por exemplo, contém um filamento interno que é muito resistente ao fluxo de carga. Ela tem que trabalhar duro para se mover, o que aquece o filamento e faz com que ele brilhe.
Em uma fiação, os fios fase e neutro nunca se tocam diretamente. A carga que passa pelo circuito sempre atravessa um aparelho, que age como um resistor. Desta forma, a resistência elétrica, em um eletrodoméstico, limita a quantidade de carga que pode fluir através do circuito - com voltagem e resistência constantes, a corrente também deve ser constante. Eletrodomésticos são projetados para manter a corrente a um nível relativamente baixo por questões de segurança. Demasiada carga, fluindo através de um circuito em um momento específico, aqueceria os fios do circuito e de toda a fiação a níveis perigosos, podendo causar um incêndio.
Isso mantém o circuito elétrico funcionando normalmente, na maior parte do tempo. Mas, ocasionalmente, algo poderá conectar um fio fase diretamente a um fio neutro ou a algo que o conduza à terra. Por exemplo: o motor de um ventilador poderia sobreaquecer e derreter, fundindo os fios neutro e fase; ou alguém poderia colocar um prego na parede e, acidentalmente atingir um condutor elétrico. Quando o fio fase conecta-se diretamente a terra, a resistência no circuito é mínima, então, a voltagem força uma enorme quantidade de carga pelos fios. Se esse processo continuar, os cabos sobreaquecerão e poderão iniciar um incêndio.
A função do disjuntor é interromper o circuito toda vez que ocorre sobrecarga ou curto-circuito. Nas seções seguintes, descobriremos como isso acontece.
te de um simples interruptor, conectado a uma lâmina bimetálica ou a um eletroimã . O diagrama abaixo mostra a configuração de um eletromagneto.
O fio fase no circuito conecta-se às duas extremidades do interruptor. Quando o interruptor é ligado, a eletricidade pode fluir do terminal inferior através de um eletromagneto, subindo até um contato móvel, depois, através de um contato fixo e saindo pelo terminal superior.
A eletricidade magnetiza o eletromagneto (veja Como funcionam os eletroimãs). O aumento da corrente ativa a força magnética do eletromagneto, e a diminuição da corrente a reduz. Quando a corrente salta a níveis de risco, o eletromagneto baixa uma alavanca metálica conectada ao mecanismo do interruptor; este desloca-se, separando o contato móvel do contato fixo e quebrando o circuito. A eletricidade, então, é desligada.
Uma configuração com lâmina bimetálica funciona com o mesmo princípio, exceto pelo fato de que, ao invés de energizar um eletromagneto, uma corrente alta entorta uma fina lâmina para mover o mecanismo. Alguns disjuntores usam uma carga explosiva para desligar o interruptor. Quando a corrente se eleva a um certo nível, ela detona o material explosivo, que aciona um pistão para abrir o interruptor.
AVANÇADOS
Disjuntores mais avançados usam componentes eletrônicos (dispositivos semicondutores) para monitorar os níveis de corrente, em vez de simples mecanismos elétricos. Esses elementos são muito mais precisos e desligam o circuito mais rapidamente, embora sejam bem mais caros. Por essa razão, a maioria das casas ainda usa disjuntores convencionais.
Um dos disjuntores mais recentes é o interruptor com circuito de falha de aterramento, ou GFCI. Esses sofisticados disjuntores são elaborados para proteger as pessoas contra choques elétricos, em vez de proteger a fiação do prédio. O GFCI monitora constantemente a corrente nos fios terra e neutro do circuito. Quando tudo está funcionando corretamente, a corrente nos dois lados deve ser exatamente a mesma. Assim que o fio fase conecta-se diretamente ao neutro (se alguém o tocar acidentalmente, por exemplo), o fio fase recebe um surto de corrente, o que não acontece com o fio neutro. O GFCI abre o circuito logo que isso acontece, prevenindo a eletrocução. Uma vez que não precisa aguardar que a corrente se eleve a níveis críticos, o GFCI reage de maneira mais rápida do que um disjuntor convencional.
Toda a fiação em uma casa passa através do painel central de disjuntores (ou caixa de fusíveis). Um painel central comum inclui cerca de uma dúzia de disjuntores ligados a vários circuitos dentro da casa. Um circuito poderia abranger todas as tomadas da sala de estar e um outro poderia reunir a iluminação em outro compartimento. Aparelhos maiores, como a central de ar condicionado ou o refrigerador, geralmente possuem seu próprio circuito.
Para maios informações a respeito de disjuntores e outros sistemas elétricos, confira os Videios no you tube no blogger
Não ensine aos meninos pela força e sereridade, mas leve-os por aquilo que os diverte, para que possam descobrir a inclinação de suas mentes. (Platão, a República, VII)
Entre a Gente...
Construção e Legalização da casa dos nossos sonhos
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS SEGURA
MATERIAIS E SERVIÇOS
A contratação de um projeto elétrico contribui também na economia do cliente, que terá uma previsão mais exata de quantidade e custos, evitando desperdícios. Alem disso, a instalação elétrica deve passar por uma avaliação criteriosa, feita por um profissional qualificado e habilitado, com base em normas técnicas NBR-5410, da ABNT. É ele que da os parâmetros e as condições mínimas de qualidade e desempenho que as instalações de baixa tensão devem apresentar, garantindo, assim, seu correto e seguro funcionamento.
Uma instalação elétrica é composta por centenas de componentes e produtos que devem ser escolhidos e exigidos certificação do fabricante. A instalação devera ser feita dentro das normas previstas na NBR-5410, isso vai dar segurança para os profissionais e usuários conseqüentemente protegendo o patrimônio.
A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes.
O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.
CUIDADO COM ALGUNS MATERIAIS A DISPOSIÇÃO EM CERTOS FORNECEDORES
NÃO PAGUE PARA VER
Neste mês aconteceu um “problemão”. Na execução nas instalações de um cliente, devido a necessidade de ter uma extensão com capacidade para atender um equipamento, montamos uma com cabo PP 3 X 2,5 mm² com plug macho de 20 Amper e na outra extremidade uma tomada fêmea 25 Amper emborrachada, após a montagem ligamos na tomada existente e deixamos o lado da tomada emborrachada sobre um móvel sem ligar no equipamento e em dado momento o cliente pegou a tomada e levou um tremendo choque eu e meu pessoal não acreditando achando que tudo seria uma brincadeira peguei a tomada na mão, alem de sentir uma temperatura elevada (quente) também levei um choque. De imediato desligamos e desmontamos a tomada verificamos que as terminações que por nós julgadas seguras por ter seu isolamento de borracha, simplesmente a borracha protetora não fez o seu papel de isolante, acreditamos que a proteção simplesmente é borracha condutora. (material sem controle de qualidade) “reciclável”.
Com esse incidente acreditamos que alem desse acessório exista outros de péssima qualidade no mercado. É claro que mesmo com a reclamação com o fornecedor sempre existe uma desculpa por parte deles tipo. “pode deixar que eu vou encaminhar isso para o fabricante e ver o que esta acontecendo, nós sempre trabalhamos com esse produto e é a primeira vez que acontece isso e etc”, bem para não perder tempo e não procurar confusão achei melhor deixar prá La e informar aos colegas o fato.
Triste realidade
Dados de pesquisa revelam um perfil bem pessimista da realidade das instalações elétricas na capital paulista. Apontamos aqui alguns levantamentos que mais chamam a atenção
Visão do usuário
o 88,4% dos usuários consideram suas instalações elétricas “seguras” ou “aceitáveis”, enquanto apenas 56,9% dos técnicos que visitaram os locais as consideraram assim.
o 34,5% dos usuários que consideraram suas instalações “inseguras” ou “muito inseguras” não estão dispostos a melhorá-las.
o 31,4% dos usuários não estão satisfeitos com a quantidade de tomadas existentes nos lares. Por ser um número apreciável de insatisfeitos, talvez seja conveniente a normalização técnica e os regulamentos específicos estabelecerem novos padrões.
Mão-de-obra
o 63,7% dos serviços de eletricidade nas residências são realizados por não-especialistas.
Residências com mais de 20 anos de idade
o 50% não sofreram nenhum tipo de reforma nas instalações elétricas. Considerando-se o envelhecimento natural dos componentes da instalação (vida útil) e a provável inadequação de uma instalação tão antiga às necessidades modernas de alimentação de cargas, conclui-se que um número significativo de residências pode estar com suas instalações elétricas comprometidas.
o 48,7% apresentam freqüentes desarmes de disjuntores ou queimas de fusíveis e 42% das atuações dos disjuntores ou fusíveis foram devido a sobrecargas no circuito.
Residências com mais de 10 anos de uso
o São responsáveis por 100% do total de desligamentos que acontecem devido a curto-circuitos e 80% dos que ocorrem por razão de sobrecarga.
o 75,1% dos choques elétricos ocorrem neste universo.
Violações à NBR 5410
o 98,4% das residências não possuem o dispositivo DR instalado, que é um elemento obrigatório desde 1997 e fundamental para a proteção das pessoas contra os perigos resultantes dos choques elétricos.
o 78,8% dos imóveis não separam os circuitos de iluminação dos circuitos de tomadas.
o 52,8% dos locais usam quadros de distribuição com partes em material combustível, como madeira.
o 39,9% das instalações não obedecem a correta identificação de cor do fio neutro.
o 26,6% dos casos não identificam corretamente a cor do fio terra.
21,8% das residências utilizam dispositivos fusíveis em seus quadros de distribuição, sendo que 60% destes são do tipo “rolha” ou “cartucho”. Isso viola as prescrições da NBR 5410, que somente reconhece os fusíveis fabricados conforme a norma NBR 11840 como aqueles adequados para a utilização na proteção de circuitos elétricos.
A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes.
O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.
Claudio – HPTEL
A contratação de um projeto elétrico contribui também na economia do cliente, que terá uma previsão mais exata de quantidade e custos, evitando desperdícios. Alem disso, a instalação elétrica deve passar por uma avaliação criteriosa, feita por um profissional qualificado e habilitado, com base em normas técnicas NBR-5410, da ABNT. É ele que da os parâmetros e as condições mínimas de qualidade e desempenho que as instalações de baixa tensão devem apresentar, garantindo, assim, seu correto e seguro funcionamento.
Uma instalação elétrica é composta por centenas de componentes e produtos que devem ser escolhidos e exigidos certificação do fabricante. A instalação devera ser feita dentro das normas previstas na NBR-5410, isso vai dar segurança para os profissionais e usuários conseqüentemente protegendo o patrimônio.
A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes.
O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.
CUIDADO COM ALGUNS MATERIAIS A DISPOSIÇÃO EM CERTOS FORNECEDORES
NÃO PAGUE PARA VER
Neste mês aconteceu um “problemão”. Na execução nas instalações de um cliente, devido a necessidade de ter uma extensão com capacidade para atender um equipamento, montamos uma com cabo PP 3 X 2,5 mm² com plug macho de 20 Amper e na outra extremidade uma tomada fêmea 25 Amper emborrachada, após a montagem ligamos na tomada existente e deixamos o lado da tomada emborrachada sobre um móvel sem ligar no equipamento e em dado momento o cliente pegou a tomada e levou um tremendo choque eu e meu pessoal não acreditando achando que tudo seria uma brincadeira peguei a tomada na mão, alem de sentir uma temperatura elevada (quente) também levei um choque. De imediato desligamos e desmontamos a tomada verificamos que as terminações que por nós julgadas seguras por ter seu isolamento de borracha, simplesmente a borracha protetora não fez o seu papel de isolante, acreditamos que a proteção simplesmente é borracha condutora. (material sem controle de qualidade) “reciclável”.
Com esse incidente acreditamos que alem desse acessório exista outros de péssima qualidade no mercado. É claro que mesmo com a reclamação com o fornecedor sempre existe uma desculpa por parte deles tipo. “pode deixar que eu vou encaminhar isso para o fabricante e ver o que esta acontecendo, nós sempre trabalhamos com esse produto e é a primeira vez que acontece isso e etc”, bem para não perder tempo e não procurar confusão achei melhor deixar prá La e informar aos colegas o fato.
Triste realidade
Dados de pesquisa revelam um perfil bem pessimista da realidade das instalações elétricas na capital paulista. Apontamos aqui alguns levantamentos que mais chamam a atenção
Visão do usuário
o 88,4% dos usuários consideram suas instalações elétricas “seguras” ou “aceitáveis”, enquanto apenas 56,9% dos técnicos que visitaram os locais as consideraram assim.
o 34,5% dos usuários que consideraram suas instalações “inseguras” ou “muito inseguras” não estão dispostos a melhorá-las.
o 31,4% dos usuários não estão satisfeitos com a quantidade de tomadas existentes nos lares. Por ser um número apreciável de insatisfeitos, talvez seja conveniente a normalização técnica e os regulamentos específicos estabelecerem novos padrões.
Mão-de-obra
o 63,7% dos serviços de eletricidade nas residências são realizados por não-especialistas.
Residências com mais de 20 anos de idade
o 50% não sofreram nenhum tipo de reforma nas instalações elétricas. Considerando-se o envelhecimento natural dos componentes da instalação (vida útil) e a provável inadequação de uma instalação tão antiga às necessidades modernas de alimentação de cargas, conclui-se que um número significativo de residências pode estar com suas instalações elétricas comprometidas.
o 48,7% apresentam freqüentes desarmes de disjuntores ou queimas de fusíveis e 42% das atuações dos disjuntores ou fusíveis foram devido a sobrecargas no circuito.
Residências com mais de 10 anos de uso
o São responsáveis por 100% do total de desligamentos que acontecem devido a curto-circuitos e 80% dos que ocorrem por razão de sobrecarga.
o 75,1% dos choques elétricos ocorrem neste universo.
Violações à NBR 5410
o 98,4% das residências não possuem o dispositivo DR instalado, que é um elemento obrigatório desde 1997 e fundamental para a proteção das pessoas contra os perigos resultantes dos choques elétricos.
o 78,8% dos imóveis não separam os circuitos de iluminação dos circuitos de tomadas.
o 52,8% dos locais usam quadros de distribuição com partes em material combustível, como madeira.
o 39,9% das instalações não obedecem a correta identificação de cor do fio neutro.
o 26,6% dos casos não identificam corretamente a cor do fio terra.
21,8% das residências utilizam dispositivos fusíveis em seus quadros de distribuição, sendo que 60% destes são do tipo “rolha” ou “cartucho”. Isso viola as prescrições da NBR 5410, que somente reconhece os fusíveis fabricados conforme a norma NBR 11840 como aqueles adequados para a utilização na proteção de circuitos elétricos.
A qualidade de uma instalação elétrica depende muito do serviço executado. No caso de uma reforma, é importante que o instalador execute de acordo com o projeto elétrico, e ainda que utilize acessórios e componentes certificados, adotando técnicas corretas e que atendam às normas existentes.
O uso de materiais de boa qualidade também é fundamental para garantir uma instalação elétrica segura e eficiente. Materiais como fios, cabos, disjuntores, chaves, eletrodutos, entre outros, são em sua maior parte avaliados e fiscalizados pelo Instituto de Metrologia – Inmetro.
Claudio – HPTEL
COMO INSTALAR UM CHUVEIRO ELETRICO COMUM
A instalação de um chuveiro começa pela escolha do mesmo.temos diversos modelos e marcas no mercado e varias potencias diferentes.(wats.Isto determina também o consumo ;quanto maior a potencias ,mais caro vai custar seu banho.) Há dois tipos de voltagem , embora, a mais usada e 220 volts.
PASSO A PASSO:
1)-Escolha o modelo mais conveniente e com a potencia da sua escolha que poderá ir de 2500 até 8000 wats.(lembre-se:Quanto maior a potencia nominal maior o consumo de energia e maior a bitola do fio ou cabo)Em geral um bom chuveiro tem quatro temperaturas diferentes,e o fabricante dá as especificações de bitolas dos cabos e dos disjuntores conforme a potencia seguindo até esquemas de instalações.
2)-Se vc escolheu um chuveiro de 6000 W, terá que usar um fio(prefira cabo flexível) de 6mm (abaixo desta potencia use cabos de 4 mm.)
3)-compre além do chuveiro ou ducha , o disjuntor indicado para a potência do mesmo.
4)- como calcular qual disjuntor comprar?vc fará o seguinte cálculo:Pegue a voltagem indicada no chuveiro(em geral os eletricistas chamam de tensão)220 volts por ex:divida pela potencia;digamos 6000 W.divida pela voltagem. Exemplo:
6000/220= vc vai obter algo em torno de 27 amperes .Procure desprezar a dizima e fique com 27 amperes.este deveria ser a capacidade do disjuntor,mas vc deve sempre comprar um disjuntor de trinta ampers.ja que os disjuntores tem estes valores redondos(25,30,35,etc...)Caso Voce instale o disjuntor com capacidade inferior seu chuveiro vai desligar todas as vezes que vc tiver no banho,se o disjuntor tiver capacidade muito maior ,em caso de problemas no circuítos ele não desarmará e poderá causar um enorme problema para voce e toda a sua instalação eletrica podendo mesmo até causar um pequeno desastre.Outro detalhe:Os disjuntores do chuveiro ou qualquer outro circuito,tais como forno elétrico,Micro-ondas,maquinas de lavar;nunca deverá ter capacidade maior que o disjuntor ou chave seccionadora principal da sua casa.se isto ocorre quando vc ligar seu chuveiro o disjuntor principal desarmarará e deixará toda a sua casa sem energia elétrica.
INSTALANDO O CHUVEIRO
6)- Ferramentas necessárias:Ferro de soldar estanho,alicate para elétrica,chave de fenda media,fita "passa fio"e alicate de corte.(use uma faca pequena ou canivete para descascar o fio e nunca estiletes)
7)- material necessário alem do chuveiro:Disjuntor de acordo com a potencia do chuveiro( que nunca deverá ter capacidade maior que seu disjuntor ou seccionadora principal da sua casa))fio ou cabo flexível conforme as bitolas indicadas para cada caso(4mm para aparelhos abaixo de 5000 W e 6mm para aparelhos acima destes valores que poderá chegar até dez mm dependendo da potencia escolhida).Fita isolante de boa qualidade( eu sempre uso da marca 3M.)um conector para cabos 4 ou 6 mm em porcelana,um cano de aluminio para chuveiro de 3/4 para ser usado na tomada de agua do chuveiro(caso sua instalação hidraulica seja de meia polegada vc deverá usar adaptadores metálicos tambem,pois os de p.v.c costumam empenar)
8)-Logo acima da tomada de agua do chuveiro deverá haver uma caixinha 4x4 de plastico ou metálica(em geral são de plastico pvc)procure a entrada do conduite e enfie a fita "passa fio"que deverá ir até o quadro principal ,(normamente este conduite ou cano passará por caixinhas instaladas no teto onde estrão lampadas e lustres que deverão ser retirados. junto com os suportes para que vc se utilizando de uma escada domèstica possa passar a fita "passa fio",isto exige que vc desligue o disjuntor ou chave seccionadora geral,deixando a casa totalmente sem energia.Este inconveniente é necessário para protegê-lo contra choques elétricos.Nunca faça nada com a energia ligada).
9)-Uma vez passada a fita "passa fio" , ela surgirá no quadro principal.Descasque a ponta do fio,amarre na fita e passe fita isolante e vazelina no fio,para que ele deslise mais facilmente pelo conduite.(alguem deverá ajudá-lo nesta tarefa.Um empurrando o fio e outro puxando a fita "passa-fio"
10)- logo que tiver passado o fio totalmente (deverá haver uma sobra de mais ou menos 50 cm de fio sobrando em ambas as pontas do conduítes)solde as pontas do fio com estanho,instale o disjuntor do chuveiro se utilizando do suporte para tal que ja deve haver no quadro uma vez que lá ja existem outros disjuntores.(caso não haja lugar voce deverá instalar um especialmente para elese utilizando de parafusos e a chave de fenda.)
11)-uma vez intalado o disjuntor,vc deverá entroduzir a ponta do fio estanhada no receptáculo do disjuntor e aparafusar usando a mesma chave.
12)-feito a isto voce vá até o banheiro,descasque as outra pontas do fio e estanhe com o ferro de solda a estanho.solte um pouco os parafusos do conector de porcelana ,introduza a ponta estanhada do fio no porta fio do conector e aparafuse até que o fio esteja bem firme;faça isto co a outra ponta.Proceda da mesma maneira com os fios que o fabricante manda ja com o aparelho(chuveiro)(Lembre-se que o chuveiro deve estar intalado no cano de agua que vc ja deve ter instalado.Aliás esta deve ser sua primeira tarefa:instalar o cano metalico apropriado para chuveiro e em seguida o aparelho instalado nele)tudo pronto?
13)- abra o registro do chuveiro e deixe a água escorrer por alguns minutos (2 ou 3 minutos)verifvique se não há vazamentos no cano ou na conexão do chuveiro com o cano(caso haja é porque voce não colocou o anel de vedação que veio com o chuveiro edeverá retirar o chuveiro para a colocação do anel )
14)-tudo certo agora?repita a operação:abra a agua deixe- escorrer por mais alguns segundos e feche.Vá ate o quadro geral e ligue ao disjuntor ou chave seccionadora geral,espere alguns segundos.agora ligue o disjuntor do chuveiro.
15)- Vá até o banheiro , abra o registro e espere alguns instantes.
16)- Tire a roupa e tome um bom banho,voce deve estar todo sujo e fedido de suor após esta trabalheira toda.Não vá se esquecer de recolocar os lustres e lâmpadas que retirou para passar o fio. Se for preguiçoso e não quiser se dar ao trabalho ligue para 011 3229-6508 que farei isto por vc.vai custar em torno de R$150,00 se tiver que trocar a fiação do chuveiro e R$80,00 so para instalar o chuveiro e o disjuntor
O chuveiro da foto é um "quatro estações" da lorenzetti.Usa cabos flexiveis 6mm ,disjuntor de 40 A. e não exige grandes conhecimentos técnicos para instalação .È um aparelho de boa durabilidade e possui 4 temperaturas.Ideal para familias medias.componentes duráveis ,tem a resistencia èletrica,facil de ser encontrada e simples para ser trocada.
vamos pesquisa mais...ou não!
PASSO A PASSO:
1)-Escolha o modelo mais conveniente e com a potencia da sua escolha que poderá ir de 2500 até 8000 wats.(lembre-se:Quanto maior a potencia nominal maior o consumo de energia e maior a bitola do fio ou cabo)Em geral um bom chuveiro tem quatro temperaturas diferentes,e o fabricante dá as especificações de bitolas dos cabos e dos disjuntores conforme a potencia seguindo até esquemas de instalações.
2)-Se vc escolheu um chuveiro de 6000 W, terá que usar um fio(prefira cabo flexível) de 6mm (abaixo desta potencia use cabos de 4 mm.)
3)-compre além do chuveiro ou ducha , o disjuntor indicado para a potência do mesmo.
4)- como calcular qual disjuntor comprar?vc fará o seguinte cálculo:Pegue a voltagem indicada no chuveiro(em geral os eletricistas chamam de tensão)220 volts por ex:divida pela potencia;digamos 6000 W.divida pela voltagem. Exemplo:
6000/220= vc vai obter algo em torno de 27 amperes .Procure desprezar a dizima e fique com 27 amperes.este deveria ser a capacidade do disjuntor,mas vc deve sempre comprar um disjuntor de trinta ampers.ja que os disjuntores tem estes valores redondos(25,30,35,etc...)Caso Voce instale o disjuntor com capacidade inferior seu chuveiro vai desligar todas as vezes que vc tiver no banho,se o disjuntor tiver capacidade muito maior ,em caso de problemas no circuítos ele não desarmará e poderá causar um enorme problema para voce e toda a sua instalação eletrica podendo mesmo até causar um pequeno desastre.Outro detalhe:Os disjuntores do chuveiro ou qualquer outro circuito,tais como forno elétrico,Micro-ondas,maquinas de lavar;nunca deverá ter capacidade maior que o disjuntor ou chave seccionadora principal da sua casa.se isto ocorre quando vc ligar seu chuveiro o disjuntor principal desarmarará e deixará toda a sua casa sem energia elétrica.
INSTALANDO O CHUVEIRO
6)- Ferramentas necessárias:Ferro de soldar estanho,alicate para elétrica,chave de fenda media,fita "passa fio"e alicate de corte.(use uma faca pequena ou canivete para descascar o fio e nunca estiletes)
7)- material necessário alem do chuveiro:Disjuntor de acordo com a potencia do chuveiro( que nunca deverá ter capacidade maior que seu disjuntor ou seccionadora principal da sua casa))fio ou cabo flexível conforme as bitolas indicadas para cada caso(4mm para aparelhos abaixo de 5000 W e 6mm para aparelhos acima destes valores que poderá chegar até dez mm dependendo da potencia escolhida).Fita isolante de boa qualidade( eu sempre uso da marca 3M.)um conector para cabos 4 ou 6 mm em porcelana,um cano de aluminio para chuveiro de 3/4 para ser usado na tomada de agua do chuveiro(caso sua instalação hidraulica seja de meia polegada vc deverá usar adaptadores metálicos tambem,pois os de p.v.c costumam empenar)
8)-Logo acima da tomada de agua do chuveiro deverá haver uma caixinha 4x4 de plastico ou metálica(em geral são de plastico pvc)procure a entrada do conduite e enfie a fita "passa fio"que deverá ir até o quadro principal ,(normamente este conduite ou cano passará por caixinhas instaladas no teto onde estrão lampadas e lustres que deverão ser retirados. junto com os suportes para que vc se utilizando de uma escada domèstica possa passar a fita "passa fio",isto exige que vc desligue o disjuntor ou chave seccionadora geral,deixando a casa totalmente sem energia.Este inconveniente é necessário para protegê-lo contra choques elétricos.Nunca faça nada com a energia ligada).
9)-Uma vez passada a fita "passa fio" , ela surgirá no quadro principal.Descasque a ponta do fio,amarre na fita e passe fita isolante e vazelina no fio,para que ele deslise mais facilmente pelo conduite.(alguem deverá ajudá-lo nesta tarefa.Um empurrando o fio e outro puxando a fita "passa-fio"
10)- logo que tiver passado o fio totalmente (deverá haver uma sobra de mais ou menos 50 cm de fio sobrando em ambas as pontas do conduítes)solde as pontas do fio com estanho,instale o disjuntor do chuveiro se utilizando do suporte para tal que ja deve haver no quadro uma vez que lá ja existem outros disjuntores.(caso não haja lugar voce deverá instalar um especialmente para elese utilizando de parafusos e a chave de fenda.)
11)-uma vez intalado o disjuntor,vc deverá entroduzir a ponta do fio estanhada no receptáculo do disjuntor e aparafusar usando a mesma chave.
12)-feito a isto voce vá até o banheiro,descasque as outra pontas do fio e estanhe com o ferro de solda a estanho.solte um pouco os parafusos do conector de porcelana ,introduza a ponta estanhada do fio no porta fio do conector e aparafuse até que o fio esteja bem firme;faça isto co a outra ponta.Proceda da mesma maneira com os fios que o fabricante manda ja com o aparelho(chuveiro)(Lembre-se que o chuveiro deve estar intalado no cano de agua que vc ja deve ter instalado.Aliás esta deve ser sua primeira tarefa:instalar o cano metalico apropriado para chuveiro e em seguida o aparelho instalado nele)tudo pronto?
13)- abra o registro do chuveiro e deixe a água escorrer por alguns minutos (2 ou 3 minutos)verifvique se não há vazamentos no cano ou na conexão do chuveiro com o cano(caso haja é porque voce não colocou o anel de vedação que veio com o chuveiro edeverá retirar o chuveiro para a colocação do anel )
14)-tudo certo agora?repita a operação:abra a agua deixe- escorrer por mais alguns segundos e feche.Vá ate o quadro geral e ligue ao disjuntor ou chave seccionadora geral,espere alguns segundos.agora ligue o disjuntor do chuveiro.
15)- Vá até o banheiro , abra o registro e espere alguns instantes.
16)- Tire a roupa e tome um bom banho,voce deve estar todo sujo e fedido de suor após esta trabalheira toda.Não vá se esquecer de recolocar os lustres e lâmpadas que retirou para passar o fio. Se for preguiçoso e não quiser se dar ao trabalho ligue para 011 3229-6508 que farei isto por vc.vai custar em torno de R$150,00 se tiver que trocar a fiação do chuveiro e R$80,00 so para instalar o chuveiro e o disjuntor
O chuveiro da foto é um "quatro estações" da lorenzetti.Usa cabos flexiveis 6mm ,disjuntor de 40 A. e não exige grandes conhecimentos técnicos para instalação .È um aparelho de boa durabilidade e possui 4 temperaturas.Ideal para familias medias.componentes duráveis ,tem a resistencia èletrica,facil de ser encontrada e simples para ser trocada.
vamos pesquisa mais...ou não!
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
INSTALAÇÕES E SERVIÇOS EM ELETRICIDADE (NR-10)
O Diário Oficial da União publicou em dezembro de 2004 a Portaria No. 598 de 07/12/04, assinada pelo Ministro do Trabalho, alterando a NR-10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade. A nova Norma estabelece procedimentos regulamentares relacionados à segurança, saúde e condições gerais para os trabalhadores que atuam com energia elétrica em todos os ambientes de trabalho, abrangendo desde a construção civil, atividades comerciais, industriais, rurais e até mesmo domésticas. A seguir, transcrevemos algumas das recomendações/exigências da Norma.
As intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 50 volts (em corrente alternada) ou superior a 120 volts (em corrente contínua), somente podem ser realizadas por trabalhador qualificado, que tenha concluído curso específico na área elétrica reconhecido pelo Sistema Oficial de Ensino. As operações elementares como ligar e desligar circúitos elétricos, realizadas em baixa tensão, com materiais e equipamentos elétricos em perfeito estado de conservação, adequados para operação, poder ser realizadas por qualquer pessoa não advertida.
Nos trabalhos (de construção, montagem, operação, reforma, ampliação, reparação e inspeção) em instalações elétricas, devem ser adotadas medidas preventivas destinadas ao controle dos riscos adicionais, especialmente quanto a altura, confinamento, campos elétricos e magnéticos, explosividade, umidade, poeira, fauna e flora e outros agravantes, adotando-se a sinalização de segurança. As áreas onde houver instalações ou equipamentos elétricos devem ser dotadas de proteção contra incêndio e explosão, conforme dispõe a NR 23 - Proteção contra Incêndios.
Nas instalações e serviços em eletricidade deve ser adotada sinalização adequada de segurança, destinada à advertência e à identificação, obedecendo ao disposto na NR 26 - Sinalização de Segurança, de forma a atender, dentre outras, as situações a seguir:
a) identificação de circúitos elétricos;
b) travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos;
c) restrições e impedimentos de acesso;
d) delimitações de áreas;
e) sinalização de áreas de circulação, de vias públicas, de veículos e de movimentação de cargas;
f) sinalização de impedimento de energização; e
g) identificação de equipamento ou circúito impedido.
Nos locais de trabalho só podem ser utilizados equipamentos, dispositivos e ferramentas elétricas compatíveis com a instalação elétrica existente, preservando-se as características de proteção, respeitadas as recomendações do fabricante e as influências externas.
Para atividades em instalações elétricas deve ser garantida ao trabalhador iluminação adequada e uma posição de trabalho segura, de acordo com a NR 17 - Ergonomia, de forma a permitir que ele disponha dos membros superiores livres para a realização das tarefas.
Para evitar o risco de contato (choque elétrico), as instalações elétricas dever ser isoladas e aterradas, ou providas de um contrôle à distância, manual e/ou automático.
Para evitar os riscos de incêndio e explosão, deve haver dispositivos automáticos de proteção contra sobrecorrente e sobretensão, além de proteção contra fogo.
Os transformadores e capacitores devem ser instalados segundo recomendações do fabricante e normas específicas, relacionadas à distância de isolamento e condições de operação.
Todas as edificações devem ser protegidas contra descargas elétricas atmosféricas (raios), com ligação à terra e pára-raios.
Os condutores e suas conexões devem prever isolamento, dimensionamento, identificação e aterramento.
É proibida a ligação simultânea de mais de um aparelho à mesma tomada de corrente (benjamin), salvo se a instalação foi projetada com essa finalidade.
Todo motor elétrico deve possuir dispositivo que o desligue automaticamente toda vez que, por funcionamento irregular, corra o risco de acidentes.
Os equipamentos de iluminação devem ser de tipo adequado ao local da instalação e possuir proteção externa adequada.
As tomadas no piso devem ter caixa protetora para evitar entrada de água e objetos estranhos.
Os sistemas de proteção coletiva (SPC) e os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados nos serviços com eletricidade são:
a)isolamento físico, sinalização, aterramento provisório;
b)vara de manobra, escadas, detectores de tensão, cintos de segurança, capacetes e luvas; e
c)ferramentas eletricamente isoladas.
Os serviços de manutenção e reparos só podem ser executados por profissionais qualificados, treinados e com emprego de ferramentas e equipamentos especiais.
Os serviços em locais úmidos ou encharcados devem ser feitos com cordões elétricos alimentados por transformador de segurança ou por tensão elétrica não superior a 24 volts.
Todo profissional de eletricidade deve estar apto a prestar primeiros socorros a acidentados, especialmente através das técnicas de realimentação cardio-respiratória, bem como equipamentos de combate a incêndio (do tipo 3).
As intervenções em instalações elétricas com tensão igual ou superior a 50 volts (em corrente alternada) ou superior a 120 volts (em corrente contínua), somente podem ser realizadas por trabalhador qualificado, que tenha concluído curso específico na área elétrica reconhecido pelo Sistema Oficial de Ensino. As operações elementares como ligar e desligar circúitos elétricos, realizadas em baixa tensão, com materiais e equipamentos elétricos em perfeito estado de conservação, adequados para operação, poder ser realizadas por qualquer pessoa não advertida.
Nos trabalhos (de construção, montagem, operação, reforma, ampliação, reparação e inspeção) em instalações elétricas, devem ser adotadas medidas preventivas destinadas ao controle dos riscos adicionais, especialmente quanto a altura, confinamento, campos elétricos e magnéticos, explosividade, umidade, poeira, fauna e flora e outros agravantes, adotando-se a sinalização de segurança. As áreas onde houver instalações ou equipamentos elétricos devem ser dotadas de proteção contra incêndio e explosão, conforme dispõe a NR 23 - Proteção contra Incêndios.
Nas instalações e serviços em eletricidade deve ser adotada sinalização adequada de segurança, destinada à advertência e à identificação, obedecendo ao disposto na NR 26 - Sinalização de Segurança, de forma a atender, dentre outras, as situações a seguir:
a) identificação de circúitos elétricos;
b) travamentos e bloqueios de dispositivos e sistemas de manobra e comandos;
c) restrições e impedimentos de acesso;
d) delimitações de áreas;
e) sinalização de áreas de circulação, de vias públicas, de veículos e de movimentação de cargas;
f) sinalização de impedimento de energização; e
g) identificação de equipamento ou circúito impedido.
Nos locais de trabalho só podem ser utilizados equipamentos, dispositivos e ferramentas elétricas compatíveis com a instalação elétrica existente, preservando-se as características de proteção, respeitadas as recomendações do fabricante e as influências externas.
Para atividades em instalações elétricas deve ser garantida ao trabalhador iluminação adequada e uma posição de trabalho segura, de acordo com a NR 17 - Ergonomia, de forma a permitir que ele disponha dos membros superiores livres para a realização das tarefas.
Para evitar o risco de contato (choque elétrico), as instalações elétricas dever ser isoladas e aterradas, ou providas de um contrôle à distância, manual e/ou automático.
Para evitar os riscos de incêndio e explosão, deve haver dispositivos automáticos de proteção contra sobrecorrente e sobretensão, além de proteção contra fogo.
Os transformadores e capacitores devem ser instalados segundo recomendações do fabricante e normas específicas, relacionadas à distância de isolamento e condições de operação.
Todas as edificações devem ser protegidas contra descargas elétricas atmosféricas (raios), com ligação à terra e pára-raios.
Os condutores e suas conexões devem prever isolamento, dimensionamento, identificação e aterramento.
É proibida a ligação simultânea de mais de um aparelho à mesma tomada de corrente (benjamin), salvo se a instalação foi projetada com essa finalidade.
Todo motor elétrico deve possuir dispositivo que o desligue automaticamente toda vez que, por funcionamento irregular, corra o risco de acidentes.
Os equipamentos de iluminação devem ser de tipo adequado ao local da instalação e possuir proteção externa adequada.
As tomadas no piso devem ter caixa protetora para evitar entrada de água e objetos estranhos.
Os sistemas de proteção coletiva (SPC) e os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados nos serviços com eletricidade são:
a)isolamento físico, sinalização, aterramento provisório;
b)vara de manobra, escadas, detectores de tensão, cintos de segurança, capacetes e luvas; e
c)ferramentas eletricamente isoladas.
Os serviços de manutenção e reparos só podem ser executados por profissionais qualificados, treinados e com emprego de ferramentas e equipamentos especiais.
Os serviços em locais úmidos ou encharcados devem ser feitos com cordões elétricos alimentados por transformador de segurança ou por tensão elétrica não superior a 24 volts.
Todo profissional de eletricidade deve estar apto a prestar primeiros socorros a acidentados, especialmente através das técnicas de realimentação cardio-respiratória, bem como equipamentos de combate a incêndio (do tipo 3).
segunda-feira, 25 de julho de 2011
ROTEIRO PARA VISUALIZAR UMA OBRA (script to display a work)
Tijolos, cimento e argamassa ninguém esquece. Já fios, conduites, caixas de luz e outros apetrechos para a instalação elétrica acabam sobrando para a última hora. Sem um projeto que oriente tanto a compra dos materiais como os trajetos da fiação, o trabalho acaba sendo refeito várias vezes. Para que essa etapa da obra não cause um curto-circuito no seu orçamento, desate os nós da iluminação.
Quem quer construir com economia, deve fazer a coisa certa. Por mais óbvio que pareça, o conselho dos especialistas é evitar repetir o mesmo serviço, uma das causas mais comuns de estouro no orçamento. No caso das instalações elétricas, a quebradeira é quase rotina - o pedreiro faz a concretagem das lajes e, surpresa!, esquece de passar os conduites. Então, é preciso quebrar tudo e recomeçar. Isso significa um choque no cronograma e no bolso do cliente. Quando a equipe se aventura a seguir o trajeto dos conduítes sem a supervisão de um eletricista, pode errar o caminho e na hora de instalar a geladeira... nova surpresa: cadê a tomada? Foi parar lá longe, em local impossível de acomodar nem sequer um fogareiro. No anseio de gastar pouco, abre-se mão de um projeto específico e, pior ainda, contrata-se mão-de-obra desqualificada, incapaz até de ler as indicações do especialista. Com a locação dos pontos de tomadas, interruptores, aparelhos elétricos e iluminação, fica mais fácil definir a quantidade de materiais necessários para instalação, gerando grande economia em fiações, disjuntores, eletrodutos, quadros, barramentos e alimentadores gerais.
Economia inteligente se resume a evitar desperdícios: "Com um bom projeto e um eletricista qualificado, gasta-se menos, mantendo materiais de qualidade que representam beleza, conforto e principalmente segurança nas instalações elétricas". O engenheiro Isac Renhold, da Philips, explica que o projeto também leva ao correto dimensionamento da iluminação para cada espaço, o que representa menos gastos na instalação, evita mudanças posteriores e gera economia de energia para o usuário.
"No passado, usava-se um único ponto de luz central em todos os ambientes. Hoje, cada cômodo tem várias funções e, por isso, necessita de tipos específicos de iluminação", afirma.
Outra questão fundamental quando se fala em economia é a interação entre os profissionais envolvidos numa construção ou reforma (arquiteto, engenheiro civil, engenheiro elétrico e hidráulico e empreiteiro, entre outros). O trabalho bem sintonizado de todas as áreas evita remendos.
Todas essas providências só têm efeito se os trabalhos forem acompanhados por um eletricista presente nos momentos exatos. Um deles é o período que antecede à concretagem dos primeiros pilares e lajes, quando ele deve orientar a passagem dos conduítes.
Primeiro passo: faça uma lista dos equipamentos elétricos que serão usados em cada ambiente
Segundo passo: invista num projeto, sua garantia contra desperdício de tempo, material e mão-de-obra
Terceiro passo: monte um cronograma para criar sintonia entre arquiteto, engenheiro e eletricista
Quarto passo: mantenha o eletricista por perto supervisionando várias fases da instalação
TODOS OS INGREDIENTES QUE UM PROJETO ESPERTO DEVE INCLUIR:
Um bom aterramento (fio terra) em toda a casa evita perda de energia elétrica e garante segurança tanto para os equipamentos quanto para os moradores.
Nas lajes, opte por eletrodutos rígidos, que são mais resistentes. O peso do concreto pode romper conduítes flexíveis. Durante a concretagem das lajes, tenha cuidado para não obstruir esses eletrodutos, o que dificulta a passagem da fiação.
Concentração excessiva de eletrodutos na laje pode causar quebras, no cruzamento de um sobre o outro, e tornar a concretagem uma tarefa extremamente complicada. A superconcentração de eletrodutos normalmente é a causa do aumento desnecessário da espessura do piso, o que, além de antieconômico, reduz o pé-direito e sobrecarrega as lajes.
Seja criterioso na seleção dos materiais, dos fornecedores e da mão-de-obra. Produtos que não seguem as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em geral, são mais baratos, mas têm vida curta e chegam a causar perda de energia ou curto-circuitos.
Uma peça fundamental, que evita perda de energia elétrica, é o DR (dispositivo de corrente diferencial ou residual), instalado no quadro de luz. Trata-se de um equipamento que detecta e desliga o disjuntor específico do aparelho a ele ligado durante qualquer fuga de corrente para fora dos condutores. Por exemplo: se a corrente estiver vazando da geladeira, o quadro a desliga automaticamente, antes que alguém toque a carcaça e seja atingido pelo choque. O mesmo acontece se uma criança introduz um objeto estranho numa tomada.
Estabeleça as cores da fiação de acordo com as normas da ABNT:
o neutro é azul; o terra, verde; as fases 1, 2 e 3 (entrada de luz) são, respectivamente, vermelha, branca e preta. Essas cores facilitam a identificação dos condutores na hora de fazer a manutenção.
ERROU, GASTOU!
No circuito das tomadas de quartos (consumo menos intenso). devem-se usar fios com bitola de 2,5 mm2. Mas é comum o eletricista comprar fiação com bitola de 4 mm2, totalmente desnecessária, segundo Francisco Stevanato.
A colocação de disjuntores (peças de segurança instaladas no quadro de luz) mais potentes para cargas menores é perigosa. Por exemplo: usar um disjuntor de 25 ampêres (unidade que mede a intensidade da corrente elétrica) para proteger um circuito de
15 ampêres. "Acaba sendo necessário fazer a troca por peças compatíveis, senão o disjuntor pode não desligar a energia quando houver superaquecimento dos fios", explica o engenheiro.
Caixas de entrada de luz subdimensionadas para a função podem superaquecer, causando até incêndio.
A maioria das pessoas acaba comprando o modelo menor (caixa 111), com capacidade para um consumo energético de, no máximo, 23 kwa (quilowatt/amper). Se o gasto da casa superar esse limite, a caixa não vai dar conta.
LÂMPADAS ECONÔMICAS:
Fluorescente compacta pode substituir a lâmpada incandescente em abajures. Economiza 80% da energia.
Você pode optar por vários tons de iluminação branco-forte ou mais amarelado. Um modelo fluorescente compacto de 15 w confere
a mesma luminosidade de uma lâmpada tradicional de 60 w.
E dura, em média, 10 000 horas.
Halógena dicróica especial para iluminar objetos, como quadros. Em relação às incandescentes, é 30% mais econômica e dura de 2.000 a 3 000 horas.
Multivapor Metálico reduz os gastos com iluminação em 50%, e dura até 10.000 horas.
Fonte: Revista Arquitetura e Construção - Outubro/97
Para ler esta reportagem na íntegra procure a fonte citada em bancas ou bibliotecas de sua cidade.
Quem quer construir com economia, deve fazer a coisa certa. Por mais óbvio que pareça, o conselho dos especialistas é evitar repetir o mesmo serviço, uma das causas mais comuns de estouro no orçamento. No caso das instalações elétricas, a quebradeira é quase rotina - o pedreiro faz a concretagem das lajes e, surpresa!, esquece de passar os conduites. Então, é preciso quebrar tudo e recomeçar. Isso significa um choque no cronograma e no bolso do cliente. Quando a equipe se aventura a seguir o trajeto dos conduítes sem a supervisão de um eletricista, pode errar o caminho e na hora de instalar a geladeira... nova surpresa: cadê a tomada? Foi parar lá longe, em local impossível de acomodar nem sequer um fogareiro. No anseio de gastar pouco, abre-se mão de um projeto específico e, pior ainda, contrata-se mão-de-obra desqualificada, incapaz até de ler as indicações do especialista. Com a locação dos pontos de tomadas, interruptores, aparelhos elétricos e iluminação, fica mais fácil definir a quantidade de materiais necessários para instalação, gerando grande economia em fiações, disjuntores, eletrodutos, quadros, barramentos e alimentadores gerais.
Economia inteligente se resume a evitar desperdícios: "Com um bom projeto e um eletricista qualificado, gasta-se menos, mantendo materiais de qualidade que representam beleza, conforto e principalmente segurança nas instalações elétricas". O engenheiro Isac Renhold, da Philips, explica que o projeto também leva ao correto dimensionamento da iluminação para cada espaço, o que representa menos gastos na instalação, evita mudanças posteriores e gera economia de energia para o usuário.
"No passado, usava-se um único ponto de luz central em todos os ambientes. Hoje, cada cômodo tem várias funções e, por isso, necessita de tipos específicos de iluminação", afirma.
Outra questão fundamental quando se fala em economia é a interação entre os profissionais envolvidos numa construção ou reforma (arquiteto, engenheiro civil, engenheiro elétrico e hidráulico e empreiteiro, entre outros). O trabalho bem sintonizado de todas as áreas evita remendos.
Todas essas providências só têm efeito se os trabalhos forem acompanhados por um eletricista presente nos momentos exatos. Um deles é o período que antecede à concretagem dos primeiros pilares e lajes, quando ele deve orientar a passagem dos conduítes.
Primeiro passo: faça uma lista dos equipamentos elétricos que serão usados em cada ambiente
Segundo passo: invista num projeto, sua garantia contra desperdício de tempo, material e mão-de-obra
Terceiro passo: monte um cronograma para criar sintonia entre arquiteto, engenheiro e eletricista
Quarto passo: mantenha o eletricista por perto supervisionando várias fases da instalação
TODOS OS INGREDIENTES QUE UM PROJETO ESPERTO DEVE INCLUIR:
Um bom aterramento (fio terra) em toda a casa evita perda de energia elétrica e garante segurança tanto para os equipamentos quanto para os moradores.
Nas lajes, opte por eletrodutos rígidos, que são mais resistentes. O peso do concreto pode romper conduítes flexíveis. Durante a concretagem das lajes, tenha cuidado para não obstruir esses eletrodutos, o que dificulta a passagem da fiação.
Concentração excessiva de eletrodutos na laje pode causar quebras, no cruzamento de um sobre o outro, e tornar a concretagem uma tarefa extremamente complicada. A superconcentração de eletrodutos normalmente é a causa do aumento desnecessário da espessura do piso, o que, além de antieconômico, reduz o pé-direito e sobrecarrega as lajes.
Seja criterioso na seleção dos materiais, dos fornecedores e da mão-de-obra. Produtos que não seguem as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), em geral, são mais baratos, mas têm vida curta e chegam a causar perda de energia ou curto-circuitos.
Uma peça fundamental, que evita perda de energia elétrica, é o DR (dispositivo de corrente diferencial ou residual), instalado no quadro de luz. Trata-se de um equipamento que detecta e desliga o disjuntor específico do aparelho a ele ligado durante qualquer fuga de corrente para fora dos condutores. Por exemplo: se a corrente estiver vazando da geladeira, o quadro a desliga automaticamente, antes que alguém toque a carcaça e seja atingido pelo choque. O mesmo acontece se uma criança introduz um objeto estranho numa tomada.
Estabeleça as cores da fiação de acordo com as normas da ABNT:
o neutro é azul; o terra, verde; as fases 1, 2 e 3 (entrada de luz) são, respectivamente, vermelha, branca e preta. Essas cores facilitam a identificação dos condutores na hora de fazer a manutenção.
ERROU, GASTOU!
No circuito das tomadas de quartos (consumo menos intenso). devem-se usar fios com bitola de 2,5 mm2. Mas é comum o eletricista comprar fiação com bitola de 4 mm2, totalmente desnecessária, segundo Francisco Stevanato.
A colocação de disjuntores (peças de segurança instaladas no quadro de luz) mais potentes para cargas menores é perigosa. Por exemplo: usar um disjuntor de 25 ampêres (unidade que mede a intensidade da corrente elétrica) para proteger um circuito de
15 ampêres. "Acaba sendo necessário fazer a troca por peças compatíveis, senão o disjuntor pode não desligar a energia quando houver superaquecimento dos fios", explica o engenheiro.
Caixas de entrada de luz subdimensionadas para a função podem superaquecer, causando até incêndio.
A maioria das pessoas acaba comprando o modelo menor (caixa 111), com capacidade para um consumo energético de, no máximo, 23 kwa (quilowatt/amper). Se o gasto da casa superar esse limite, a caixa não vai dar conta.
LÂMPADAS ECONÔMICAS:
Fluorescente compacta pode substituir a lâmpada incandescente em abajures. Economiza 80% da energia.
Você pode optar por vários tons de iluminação branco-forte ou mais amarelado. Um modelo fluorescente compacto de 15 w confere
a mesma luminosidade de uma lâmpada tradicional de 60 w.
E dura, em média, 10 000 horas.
Halógena dicróica especial para iluminar objetos, como quadros. Em relação às incandescentes, é 30% mais econômica e dura de 2.000 a 3 000 horas.
Multivapor Metálico reduz os gastos com iluminação em 50%, e dura até 10.000 horas.
Fonte: Revista Arquitetura e Construção - Outubro/97
Para ler esta reportagem na íntegra procure a fonte citada em bancas ou bibliotecas de sua cidade.
domingo, 24 de julho de 2011
CANTEIRO DE OBRAS
Antes de iniciar uma obra, ou seja, um trabalho de construção civil, torna-se necessário a organização do canteiro de obra é fundamental para evitar desperdícios de tempo, perdas de materiais e mesmo defeitos de execução e falta de qualidade final dos serviços realizados. Apesar de existência da NR (Norma Regulamentadora) 18, elaborada em conjunto por construtoras, trabalhadores e governo, estabelecer diretrizes e exigências diversas, essas regras ainda são pouco adotadas. As principais etapas são:
PLANEJAMENTO DO CANTEIRO
Com a planta do terreno em mãos, demarca-se o local de implantação da casa. Com a ajuda do arquiteto e construtor, define-se onde devem ficar o barracão de alojamento e o depósito de materiais e ferramentas. Observar a melhor posição também para a chegada de caminhões, lembrando que o descarregamento de materiais pode ser feito por suas laterais ou por basculamento de caçamba. Para os materiais a granel, como areia e pedra, é preciso determinar um local (baia) que não atrapalhe o desenvolvimento do trabalho, mas que seja de fácil acesso e evite desperdícios.
ÁGUA À DISPOSIÇÃO
O uso da água é intensivo para preparar materiais no canteiro. Ela serve também para a higiene dos trabalhadores e deve estar disponível em abundância. Se a obra não contar com rede pública de abastecimento, que exigirá a instalação de um cavalete de entrada com registro, é preciso providenciar um poço, prevendo-se uma bomba ou somente um sarrilho para retirar a água. Lembrar ainda que o uso sanitário da água gera esgotos. Se não houver coleta de rede pública, será necessária uma fossa.
PREPARAÇÃO DA EXECUÇÃO
Quanto mais planejado, melhor será o desempenho dos serviços. Por isso, é importante definir com os construtores as estratégias para realizar os trabalhos no canteiro: se serão usadas ferramentas próprias ou se elas estão incluídas nos custos de execução; se haverá necessidade de alugar escoramentos ou comprar madeira para andaimes; se os trabalhadores precisarão de equipamentos de proteção individual obrigatórios por lei, além de várias outras providências.
ESPAÇOS ADEQUADOS E SEGUROS
Uma obra pode demorar mais de seis meses até ser capaz de abrigar dentro dela os alojamentos dos trabalhadores. Durante o período de construção, as únicas instalações fechadas serão a do barracão, geralmente construído de madeira. Ele deverá ter três divisões internas, sendo uma para alojamento de trabalhadores (alguns condomínios fechados não permitem que funcionários da obra durmam no local), outra para as instalações sanitárias e mais uma para guardar materiais e ferramentas. Não esquecer de deixar um espaço para guardar ferramentas de terceiros, pois, no caso de sumirem, o encargo da reposição é do proprietário da obra.
TRANSPORTE INTERNO
É preciso pensar no fluxo de materiais pela obra, prevendo os trajetos feitos pelos carrinhos de mão e giricas (espécie de carrinho que carrega mais material); quais os serviços que poderão causar conflitos quando excutados simultaneamente; e se o estoque de materiais de acabamento não será afetado pelo tráfego de pessoas e materiais.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
É necessário esquecer as gambiarras e os fios elétricos pendurados no ambiente de trabalho, nada seguros. Não custa exigir cuidado nesse tipo de instalação, desde a entrada de energia no terreno até a sua distribuição e iluminação das frentes de trabalho. Deve-se procurar saber se existem equipamentos que exigem instalações elétricas mais sofisticadas.
TAPUMES
Algumas prefeituras e condomínios exigem que as obras sejam cercadas por tapumes, uma providência necessária, sobretudo se houver crianças perto da construção, e que sempre representa uma medida de prevenção contra roubos e depredações. Não se deve esquecer de considerar essa hipótese na discussão preliminar com seu construtor, incluindo os custos na planilha para não ser surpreendido com gastos extras.
Fonte: Revista Arquitetura & Construção - set/95.
O QUE É:
a) TAPUME - Destinado ao fechamento do canteiro de obras, de modo a impedir ou dificultar a entrada de pessoas estranhas e bem assim a saída indevida de materiais e equipamentos necessários à obra. É geralmente uma parede ou cerca de madeira de qualidade inferior ou compensada.
b) ALMOXARIFAO - Local destinado à guarda de material e seu controle e distribuição para a obra. É geralmente uma construção provisória tipo barracão, onde são abrigados os materiais que não devam ficar expostos ao tempo, tais como o cimento, gesso, condutores elétricos, ferragens, tintas, portas, janelas, grades etc. É claro que, no caso de pequenas obras, mo almoxarifado nada mais é que um barracão ou mesmo uma dependência qualquer, se já existe um prédio no local.
c) ESCRITÓRIO - Obras de maior porte podem exigir um verdadeiro escritório de obras destinado aos trabalhos administrativos e controle técnico. Plantas, diário da obra, controle de ponto do pessoal, telefone etc., exigem local apropriado, geralmente o escritório de obras. Ás vezes, o vulto e complexidade da obra são de tal ordem que exigem uma grande construção semipermanente para escritório, almoxarifado, sanitários, gerador de energia elétrica etc.
d) SANITÁRIO - Destinado às necessidades fisiológicas e banho do pessoal que trabalha no canteiro, pode constar de uma construção provisória própria ou fazer parte do almoxarifado, do escritório.
e) CASA DE VIGIA - É um local destinado ao empregado responsável pela vigilância da obra. Pode constituir-se apenas de uma simples guarita.
f) DEPÓSITO DE AREIA - Destinado à arma zenagem de areia para a construção, é apenas um local ao tempo destinado à concentração dos agregados miúdos, destinados ao concreto ou às argamassas para alvenarias ou revestimentos. Sua localização deve ser próxima das centrais de preparo de concreto ou argamassas.
g) DEPÓSITO DE BRITA - Próximo das centrais de preparo de concreto deve ficar o depósito de agregado graúdo destinado ao concreto. É também apenas um local ao tempo onde é reunida a pedra britada.
h) DEPÓSITO DE CAL - Local destinado à extinção da cal virgem e armazenagem para posterior emprego.
i) DEPÓSITO DE FERRO DE CONSTRUÇÃO - Consiste geralmente de um local onde são armazenados, ao tempo, mos ferros destinados à armação do concreto. Deve situar-se próximo do local ou central de dobragem de ferros e melhor será que se constitura de um abrigo, um telheiro que proteja o ferro da chuva.
j) Central de Preparo de Concreto - É o local onde se prepara o concreto. Pode constituir-se de uma instalação complexa em obras de grande vulto ou simplesmente uma betoneira destinada à mistura dos ingredientes do concreto ou mesmo uma simples prancha de madeira onde o concreto é preparado manualmente.
l) Depósito de Madeira - Pode constituir-se de um barracão ou telheiro especialmente destinado ao abrigo e guarda do madeiramento ou apenas um local no próprio almoxarifado.
m) GARAGEM - Em obras de vulto pode ser necessário um local para abrigo de caminhões, tratores, carros, ou outros veículos.
n) OFICINAS - Também em obras de vulto pode ser necessária a existência de uma oficina para manutenção de veiculos e equipamentos pesados de obra.
www.canteirodeobras.com.br/- em cache
www.youtube.com/watch?v - 75d9 e JrmFjl
mais video para canteiro de obras
PLANEJAMENTO DO CANTEIRO
Com a planta do terreno em mãos, demarca-se o local de implantação da casa. Com a ajuda do arquiteto e construtor, define-se onde devem ficar o barracão de alojamento e o depósito de materiais e ferramentas. Observar a melhor posição também para a chegada de caminhões, lembrando que o descarregamento de materiais pode ser feito por suas laterais ou por basculamento de caçamba. Para os materiais a granel, como areia e pedra, é preciso determinar um local (baia) que não atrapalhe o desenvolvimento do trabalho, mas que seja de fácil acesso e evite desperdícios.
ÁGUA À DISPOSIÇÃO
O uso da água é intensivo para preparar materiais no canteiro. Ela serve também para a higiene dos trabalhadores e deve estar disponível em abundância. Se a obra não contar com rede pública de abastecimento, que exigirá a instalação de um cavalete de entrada com registro, é preciso providenciar um poço, prevendo-se uma bomba ou somente um sarrilho para retirar a água. Lembrar ainda que o uso sanitário da água gera esgotos. Se não houver coleta de rede pública, será necessária uma fossa.
PREPARAÇÃO DA EXECUÇÃO
Quanto mais planejado, melhor será o desempenho dos serviços. Por isso, é importante definir com os construtores as estratégias para realizar os trabalhos no canteiro: se serão usadas ferramentas próprias ou se elas estão incluídas nos custos de execução; se haverá necessidade de alugar escoramentos ou comprar madeira para andaimes; se os trabalhadores precisarão de equipamentos de proteção individual obrigatórios por lei, além de várias outras providências.
ESPAÇOS ADEQUADOS E SEGUROS
Uma obra pode demorar mais de seis meses até ser capaz de abrigar dentro dela os alojamentos dos trabalhadores. Durante o período de construção, as únicas instalações fechadas serão a do barracão, geralmente construído de madeira. Ele deverá ter três divisões internas, sendo uma para alojamento de trabalhadores (alguns condomínios fechados não permitem que funcionários da obra durmam no local), outra para as instalações sanitárias e mais uma para guardar materiais e ferramentas. Não esquecer de deixar um espaço para guardar ferramentas de terceiros, pois, no caso de sumirem, o encargo da reposição é do proprietário da obra.
TRANSPORTE INTERNO
É preciso pensar no fluxo de materiais pela obra, prevendo os trajetos feitos pelos carrinhos de mão e giricas (espécie de carrinho que carrega mais material); quais os serviços que poderão causar conflitos quando excutados simultaneamente; e se o estoque de materiais de acabamento não será afetado pelo tráfego de pessoas e materiais.
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
É necessário esquecer as gambiarras e os fios elétricos pendurados no ambiente de trabalho, nada seguros. Não custa exigir cuidado nesse tipo de instalação, desde a entrada de energia no terreno até a sua distribuição e iluminação das frentes de trabalho. Deve-se procurar saber se existem equipamentos que exigem instalações elétricas mais sofisticadas.
TAPUMES
Algumas prefeituras e condomínios exigem que as obras sejam cercadas por tapumes, uma providência necessária, sobretudo se houver crianças perto da construção, e que sempre representa uma medida de prevenção contra roubos e depredações. Não se deve esquecer de considerar essa hipótese na discussão preliminar com seu construtor, incluindo os custos na planilha para não ser surpreendido com gastos extras.
Fonte: Revista Arquitetura & Construção - set/95.
O QUE É:
a) TAPUME - Destinado ao fechamento do canteiro de obras, de modo a impedir ou dificultar a entrada de pessoas estranhas e bem assim a saída indevida de materiais e equipamentos necessários à obra. É geralmente uma parede ou cerca de madeira de qualidade inferior ou compensada.
b) ALMOXARIFAO - Local destinado à guarda de material e seu controle e distribuição para a obra. É geralmente uma construção provisória tipo barracão, onde são abrigados os materiais que não devam ficar expostos ao tempo, tais como o cimento, gesso, condutores elétricos, ferragens, tintas, portas, janelas, grades etc. É claro que, no caso de pequenas obras, mo almoxarifado nada mais é que um barracão ou mesmo uma dependência qualquer, se já existe um prédio no local.
c) ESCRITÓRIO - Obras de maior porte podem exigir um verdadeiro escritório de obras destinado aos trabalhos administrativos e controle técnico. Plantas, diário da obra, controle de ponto do pessoal, telefone etc., exigem local apropriado, geralmente o escritório de obras. Ás vezes, o vulto e complexidade da obra são de tal ordem que exigem uma grande construção semipermanente para escritório, almoxarifado, sanitários, gerador de energia elétrica etc.
d) SANITÁRIO - Destinado às necessidades fisiológicas e banho do pessoal que trabalha no canteiro, pode constar de uma construção provisória própria ou fazer parte do almoxarifado, do escritório.
e) CASA DE VIGIA - É um local destinado ao empregado responsável pela vigilância da obra. Pode constituir-se apenas de uma simples guarita.
f) DEPÓSITO DE AREIA - Destinado à arma zenagem de areia para a construção, é apenas um local ao tempo destinado à concentração dos agregados miúdos, destinados ao concreto ou às argamassas para alvenarias ou revestimentos. Sua localização deve ser próxima das centrais de preparo de concreto ou argamassas.
g) DEPÓSITO DE BRITA - Próximo das centrais de preparo de concreto deve ficar o depósito de agregado graúdo destinado ao concreto. É também apenas um local ao tempo onde é reunida a pedra britada.
h) DEPÓSITO DE CAL - Local destinado à extinção da cal virgem e armazenagem para posterior emprego.
i) DEPÓSITO DE FERRO DE CONSTRUÇÃO - Consiste geralmente de um local onde são armazenados, ao tempo, mos ferros destinados à armação do concreto. Deve situar-se próximo do local ou central de dobragem de ferros e melhor será que se constitura de um abrigo, um telheiro que proteja o ferro da chuva.
j) Central de Preparo de Concreto - É o local onde se prepara o concreto. Pode constituir-se de uma instalação complexa em obras de grande vulto ou simplesmente uma betoneira destinada à mistura dos ingredientes do concreto ou mesmo uma simples prancha de madeira onde o concreto é preparado manualmente.
l) Depósito de Madeira - Pode constituir-se de um barracão ou telheiro especialmente destinado ao abrigo e guarda do madeiramento ou apenas um local no próprio almoxarifado.
m) GARAGEM - Em obras de vulto pode ser necessário um local para abrigo de caminhões, tratores, carros, ou outros veículos.
n) OFICINAS - Também em obras de vulto pode ser necessária a existência de uma oficina para manutenção de veiculos e equipamentos pesados de obra.
www.canteirodeobras.com.br/- em cache
www.youtube.com/watch?v - 75d9 e JrmFjl
mais video para canteiro de obras
sábado, 23 de julho de 2011
PLANEJAMENTO 1
Podemos dizer, resumidamente e no que tange às pequenas construções, que o planejamento da construção da casa ou prédios consiste de:
a) Elaboração de um programa de construção.
(www.revistasustentabridade.com.br/construcão.../program...)
b) Escolha do terreno para a casa ou prédio.
(dookiers.wordpress.com/.../conheca-tipos-de-fundações...-em cache)
c) Elaboração do projeto.
(www.casaconstrucaoarquitetura.com.br/projeto-arquitetoni...em cache)
A reunião ordenada do que se pretende construir, com detalhes suficientes, sem obrigatoriamente incluir dados técnicos, mas permitindo bem caracterizar aquilo que se deseja, é o que constitui o programa de construção.
Quanto ao terreno onde deverá ser construído o prédio, pode ser imposto por já existir ou ser escolhido.
Com base no programa de construção e considerando o terreno, será elaborado um projeto mais ou menos completo conforme o vulto, importância e complexidade da casa ou prédio a construir.
a) Elaboração de um programa de construção.
(www.revistasustentabridade.com.br/construcão.../program...)
b) Escolha do terreno para a casa ou prédio.
(dookiers.wordpress.com/.../conheca-tipos-de-fundações...-em cache)
c) Elaboração do projeto.
(www.casaconstrucaoarquitetura.com.br/projeto-arquitetoni...em cache)
A reunião ordenada do que se pretende construir, com detalhes suficientes, sem obrigatoriamente incluir dados técnicos, mas permitindo bem caracterizar aquilo que se deseja, é o que constitui o programa de construção.
Quanto ao terreno onde deverá ser construído o prédio, pode ser imposto por já existir ou ser escolhido.
Com base no programa de construção e considerando o terreno, será elaborado um projeto mais ou menos completo conforme o vulto, importância e complexidade da casa ou prédio a construir.
Assinar:
Postagens (Atom)